Encontro de Culturas Populares Tradicionais (São Bernardo do Campo/SP)

 

ENCONTRO DE CULTURAS POPULARES TRADICIONAIS

 

 de 12 a 24 de agosto de 2008

Todas as atividades são gratuitas

Desde o final do século XIX, com o início da inserção efetiva da sociedade brasileira na teia de relações e trocas comerciais do capitalismo internacional, um amplo espectro da vida cotidiana de regiões que décadas mais tarde viriam a se tornar os grandes centros urbanos atuais passa por profundas transformações de ordem material e simbólica. Grandes movimentos (i)migratórios, crescimento populacional, urbanização, industrialização e surgimento de uma mídia de massa são alguns fatores que catalisam este complexo processo.

Ao agregar novos hábitos e valores aos pré-existentes, os agentes sociais envolvidos neste contexto foram capazes de negociar, mesmo que sob certas balizas, o seu processo de inserção social dentro deste período de intensas transformações, o que permitiu a coexistência, nem sempre harmoniosa, entre múltiplas temporalidades de transformação social, onde o velho e o novo, tradição e modernidade são presença constante na contínua construção da identidade social dos agentes que dele tomam parte.

A programação do Encontro de Culturas Populares Tradicionais em São Bernardo do Campo, produzida pela Secretaria de Educação e Cultura, procura, por meio de debates, espaços de diálogo, exposição, apresentações artísticas e intervenções de rua, discutir de forma ampla as fronteiras e interpenetrações entre o que, nem sempre com concordância conceitual, as Ciências Sociais denominam ora como folclore, ora como cultura popular ou tradicional, frente a outros campos semânticos, tais como a cultura erudita e a cultura de massa.

 

EXPOSIÇÃO:

 

 

Arte Popular no Acervo da Pinacoteca

 

Local:

 

 

 

Câmara de Cultura Antonino Assumpção

Exposição que mostra um pouco da arte popular presente no acervo da Pinacoteca de São Bernardo do Campo, com obras de artistas como Waldomiro de Deus e Climério Cordeiro.

 

 

 

Abertura:

 

 

 

12 de agosto de 2008, às 20h. Visitação até 30 de agosto; de segunda, das 9h às 19h; terça a sexta, das 9h às 21h e sábados, das 9h às 17h.

CICLO DE PALESTRAS E DEBATES

 

Local:

 

 

 

Serviço de Memória e Acervo (antiga Emeb Santa Terezinha)

 

Informações e inscrições para palestras

 

 

 

: 4336 8235, ramais 8237 e 8241 ou pelo e-mail palestrasedebates@gmail.com.

Serão fornecidos certificados

 

Dia

 

 

 

18/08 (seg), às 20h:

Mesa de Debates “Os significados da cultura popular hoje”

Nesta mesa serão discutidos os parâmetros, limites e possibilidades da aplicação do conceito “cultura popular” como campo autônomo e pólo opositivo a uma cultura dita erudita ou de massa. Nela, o participante será levado, através das atuais discussões acadêmicas sobre o assunto, a refletir sobre os processos de ressignificação material e simbólica sofridas pelas tradições populares, em especial as de cunho artístico, no atual

contexto social globalizado e cultural midiatizado. Para tanto, acontecerão as seguintes comunicações:

 

Já não se fazem tradições como antigamente… O “popular”, ontem e hoje,

 

 

 

com a Profª Drª Maria Lúcia Montes [FFLCH USP]

A comunicação pretende discutir as ambivalências que desde sua origem marcam o “popular”, compreendido sob a égide do “folclore”. Entendidas pela perspectiva da dinâmica cultural e das relações de poder na sociedade, as culturas tradicionais e populares sempre mantiveram um diálogo desigual com a “alta cultura” e a “cultura de massa”, porém numa via de duas mãos, comportando reapropriações e ressignificações. Os exemplos das Folias de Reis de São Bernardo do Campo e do “maior São João do mundo” de Campina Grande servirão para ilustrar esse diálogo.

 

 

 

Maria Lúcia Montes

 

 

 

é graduada em Filosofia pela Universidade de São Paulo, com mestrado em Sociologia pela University of Essex e doutorado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia das Populações Afro-Brasileiras. Nos últimos anos, a professora tem se dedicado ao estudo conceitual-teórico da cultura popular e de algumas de suas representações.

 

Sociabilidade juvenil e práticas tradicionais na cidade de São Paulo,

 

 

 

com a Profª Drª Maria Celeste Mira [PUC SP]

O objetivo da comunicação é expor parte dos resultados da pesquisa desenvolvida durante o ano de 2007 por uma equipe coordenada por mim na PUC/SP. A investigação mapeou aproximadamente 20 grupos envolvidos com pesquisa e recriação de culturas populares tradicionais na cidade de São Paulo em sua relação com a sociabilidade jovem, uma vez que partiu da hipótese de que estes agrupamentos, mais ou menos institucionalizados, seriam formados, sobretudo, por pessoas desta faixa etária, o que a pesquisa confirmou apenas em parte. Procurando fornecer dados úteis também para a construção de políticas públicas nas áreas de cultura, lazer e juventude, a pesquisa fez um levantamento das características mais importantes do trabalho desses grupos: onde se localizam, de que recursos dispõem, com que expressões trabalham, desde quando, o perfil de seus membros e os possíveis motivos de seu interesse por práticas de origem tradicional. Desta maneira, pretende-se contribuir para a compreensão dos novos significados da cultura popular hoje.

 

 

 

Maria Celeste Mira

 

 

 

é graduada em Direito pela USP e em Ciências Sociais pela PUC-SP, possui doutorado pela Unicamp e pós-doutorado pela Ecole des Hautes Etudes em Sciences Sociales, EHESS, França. Atualmente é professora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da PUC-SP, onde desenvolve o projeto “Sociabilidade juvenil e práticas culturais tradicionais na cidade de São Paulo”.

 

Dia

 

 

 

19/08 (ter), às 20h:

Mesa de Debates “Cultura popular na era da globalização”

O objetivo desta mesa é discutir o processo de reelaboração simbólica e material por que passam alguns aspectos da cultura tradicional trazida por migrantes e imigrantes durante sua inserção no interior da “sociedade hospedeira”. Neste sentido, dentro de uma perspectiva histórico-antropólogica, o foco das discussões recairá sobre os múltiplos significados assumidos pela cultura popular tradicional praticada por grupos ditos “folclóricos e/ou parafolclóricos” de imigrantes, migrantes e

seus descendentes na região do Grande ABC. Contribuindo para as discussões, foram chamados os seguintes convidados:

 

A cultura popular em movimento: migrantes e imigrantes em São Paulo,

 

 

 

com Simone Toji [IPHAN]

Diante dos deslocamentos humanos, daqueles que transitam dentro de seu próprio país e daqueles que transitam por outros países, a cultura popular tem se evidenciado como lócus da ressignificação de pertencimentos, imagens do que seja o nacional e/ou o estrangeiro. Em São Paulo, megalópole urbana e cosmopolita, a cultura popular se torna um dos elementos pelos quais grupos e indivíduos afirmam e reelaboram identidades, imagens ou reflexos. Será discutido o caso do Bom Retiro, bairro situado na área central da cidade de São Paulo e lugar que abriga sentidos para os mais variados grupos migrantes e imigrantes.

 

 

 

Simone Toji

 

 

 

possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e mestrado em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, estudando principalmente os temas ligados à antropologia urbana, cultura popular e festa. Toji é autora do trabalho “Breve história do comércio no Bom Retiro: imigração e culturas em movimento”.

 

Cultura popular:

Revelando São Paulo e Abaçaí Cultura e Arte,

 

Revelando São Paulo e Abaçaí Cultura e Arte,

com Toninho Macedo [Revelando São Paulo]

Toninho falará sobre sua experiência com o Grupo Abaçaí Cultura e Arte e também do trabalho mantido como diretor artístico do Revelando São Paulo.

 

 

 

Toninho Macedo,

 

 

 

doutor em Ciências da Comunicação pela ECA USP, é diretor artístico do Revelando São Paulo

e fundador do Grupo Abaçaí Cultura e Arte, uma ONG que desde 1973 desenvolve programas de formação, produção artística e ação cultural, servindo-se do Folclore/Cultura Popular como fonte de inspiração para criações em diversos campos artísticos.

ESPAÇO DE DIÁLOGO

 

Local:

 

 

 

Câmara de Cultura Antonino Assumpção

 

Dia

 

 

 

23/08 (sáb), às 9h: Espaço de Diálogo com artistas populares e representantes de colônias estrangeiras do Grande ABC

:

Serão fornecidos certificados

A principal razão para este encontro é oferecer uma historicidade biográfica aos conceitos discutidos nas mesas anteriores. Neste momento, de maneira informal, os participantes convidados, representantes das colônias estrangeiras do ABC e de grupos de manifestações populares tradicionais brasileiras, relatarão quais os significados assumidos por estas práticas durante sua inserção sociocultural na região.

Convidados:

João de Deus

 

 

 

, violeiro, berranteiro e tocador de pios de pássaros. Integrante da Orquestra de Violeiros de Mauá.

 

Luiz Marotti

, marcador oficial da Quadrilha do Alameda Glória, que completa este ano meio século de existência.

 

 

Manuel Rodrigues de Almeida

 

 

 

, português da vila de Barqueiros, cidadão são-bernardense e produtor de vinho.

 

Marco Antonio da Silva

 

 

 

, presidente do Círculo Italiano de Toscana de Riacho Grande e membro do Coral Bicchieri d’Oro.

 

Moreira de Acopiara

 

 

 

, poeta popular e cordelista.

 

Passo Preto

 

 

 

, repentista com inúmeras apresentações no Centro de Tradições Nordestinas.

 

Rafael Gil Gil Filho

 

 

 

, diretor da Sociedade Hispano Brasileira de Socorros Mútuos e Recreio, que completa, este ano, 100 anos de existência.

 

Reimei Yoshioka

 

 

 

, coordenador da Comissão de Cultura e Projetos da Associação para Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil (ACCIJB).

APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS

 

Dia

 

 

17

(dom), às 16h no Parque Municipal Engenheiro Salvador Arena

 

Grupo Folclórico Congada do Parque São Bernardo:

 

 

 

de origem africana, a congada é uma dança dramática, forma de devoção lúdica, ligada originalmente às festas de Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito. O Grupo folclórico Congada do Parque São Bernardo, formado pela família Lemes, tem suas raízes na cidade de Monsenhor Paulo, sul de Minas Gerais.

 

Grupo Abaçaí Cultura e Arte:

 

 

 

Abaçaí, na mitologia tupi, era um espírito que habitava os ermos das florestas e que possuía o indígena que se apartava de seu grupo, deixando-o em transe arrebatado, fora de si. Mas, para o grupo, Abaçaí é entendido metaforicamente como um espírito, uma força que leva aqueles com quem tem contato a um estado de transe. E os convida a dançar, a cantar, a festar. Usando elementos do folclore/cultura popular como fonte de inspiração, com preocupações pan-regionalistas e não xenófobas, o repertório do Balé Folclórico Abaçaí busca incluir números musicais e coreográficos de todo o Brasil, dando destaque ao rico folclore paulista.

 

Rancho Folclórico Aldeias de Nossa Terra:

 

 

 

o grupo foi fundado em 2007, com o objetivo de perpetuar as tradições portuguesas. Na ocasião, apresentará um repertório tipicamente Minhoto - região do noroeste de Portugal que conserva até hoje o ar de ambiente rural – com coreografias alegres, ligeiras e muito batidas, dançadas ao som de instrumentos como a

concertina, bombo, castanholas, cavaquinhos, viola, reque-reque, entre outros.

 

 

 

Dia

 

 

20

(qua), no Parque Municipal Engenheiro Salvador Arena

 

às 14h – Descobrindo meu Brasil,

 

 

 

com o Centro Cultural Afrobrasileiro Solano Trindade.

Espetáculo de dança, canto, percussão e capoeira, que procura mostrar a riqueza da cultura popular brasileira. Duração: 30 min.

 

 

 

às 16h - Simão e o Boi Pintadinho,

 

 

 

com Teatro de Mamulengo do Mestre Valdeck de Garanhuns.

O coronel Vicente Pompeu vai realizar uma grande comemoração em sua propriedade para celebrar o noivado de sua filha Rosinha. Para organizar todos os preparativos, ele manda chamar o seu braço direito, Simão, que fica encarregado de tudo e conta com o auxílio de sua companheira Marieta e de alguns amigos. O coronel quer que a festa seja uma grande folia brasileira, mas o Gringo e o Político, que se dizem amigos do coronel, querem modificar tudo para colocar coisas mais “modernas” e soltam a Cobra-Grande para devorar o Boi Pintadinho, a principal figura da brincadeira.

 

 

às 19h – Fio das Miçangas

Espetáculo de dança contemporânea inspirado em manifestações populares brasileiras como o frevo, o cavalo-marinho, maracatu e caboclinhos, associadas a elementos da contemporaneidade. A idéia do espetáculo baseia-se na crença de alguns povos tradicionais, segundo os quais o indivíduo teria várias almas, o que traduz o sentimento de que cada pessoa é constituída por diversas unidades interligadas, apesar de distintas. Direção geral, roteiro e interpretação: Otávio Bastos. Duração 45 min.

 

Dia

 

 

21

(qui), às 20h no Teatro Cacilda Becker

 

Trio Pajeú

 

 

 

: formado em 1973, na região do ABC, vem desde então difundindo a cultura nordestina por meio da música, notadamente pelo forró.

 

Orquestra de Viola Caipira de São Bernardo do Campo

 

 

 

: fruto do trabalho de formação desenvolvido pela Oficina de Viola Caipira, realizada no Centro Cultural Bairro Assunção,

durante os anos de 2005 e 2006, os músicos da orquestra demonstram destreza e harmonia em interpretações de grandes nomes da música sertaneja de raiz. Regência: Leandro de Abreu.

 

 

 

Bicchieri d’Oro

 

 

 

: coral criado em 1983 com o objetivo de manter a tradição musical trazida pelos imigrantes italianos do Norte da Itália, principalmente das regiões do Veneto e Toscana, que para o Riacho Grande vieram, no início do século XX, trabalhar com lenha, carvão e comércio, inicialmente, indo para indústrias moveleiras, num segundo momento. Estes imigrantes também formaram o Círculo Italiano de Toscana de Riacho Grande, do qual o Coral faz parte. O repertório do Bicchieri d’Oro, apesar de incluir canções mais recentes, é basicamente formado pelas canções alpinas, grande parte militares, e por canções religiosas, elemento forte na tradição toscana. Regência: Simone Strublic.

 

Dia

 

 

22

(sex), às 20h no Teatro Cacilda Becker

 

Balaio Brasileiro

 

 

 

: com coordenação do regente Julius Gonçalves, o grupo nascido a partir do trabalho de formação desenvolvido pelo Departamento de Ações Culturais da Prefeitura de São Bernardo do Campo apresenta um repertório musical resultante da pesquisa dos mais diversos ritmos musicais brasileiros.

 

Comunidade Negra do Campanário

 

 

 

: o grupo, criado no ano de 1997, na cidade de Diadema, apresenta o espetáculo Oferendas

, que representa o fortalecimento da energia do ser humano com o universo.

 

Grupo Folclórico da Espanha: Lembranza y Agarimo

 

 

 

: o Grupo da Sociedade de Mútuos Socorros propõe-se a perpetuar tradições espanholas por meio, sobretudo, da dança, como gran pandeirada, baile da ribeira e jota dos canteiros.

 

Dia

 

 

23

(sáb), às 16h no Parque Municipal Engenheiro Salvador Arena

 

Folias Sagradas:

 

 

 

No ciclo natalino brasileiro ocorrem festas em todo o país comemorando o nascimento de Jesus Cristo. Os autos, que são peças teatrais de caráter moralizador, tiveram origem na Idade Média e a linguagem simples e enredo fácil de ser compreendido fizeram dessas encenações uma importante forma de catequização dos índios brasileiros pelos padres jesuítas portugueses. O surgimento dos autos natalinos são atribuídos a São Francisco de Assis, que teria realizado a primeira apresentação viva de um presépio em 1223.

Em Portugal, onde se originaram essas comemorações brasileiras, as 12 noites de festa (24 de dezembro a 6 de janeiro) são conhecidas por janeiras. Essa tradição parece ter dado origem a várias manifestações existentes no Brasil, que foram agregando elementos da cultura popular.

No Parque, o artista Inimar dos Reis apresenta uma leitura cênica e musical do ciclo natalino com o espetáculo interativo

 

 

 

Folias Sagradas

, convidando, ao mesmo tempo, duas folias da região a se apresentarem em conjunto. São elas:

 

Folia de Reis Estrela Guia:

 

 

 

o grupo foi criado em 1984 por iniciativa dos moradores da vila Nova Divinéia. Além de se apresentarem durante os dias da época de natal até o Dia de Reis, percorrendo vários bairros da cidade, os foliões vão às escolas, teatros e, anualmente, ao Revelando São Paulo

.

 

Folia de Reis Alto do Baeta Neves:

 

 

 

nasceu em 1949, reunindo moradores da então vila Baeta Neves, sendo uma das primeiras companhias de reis a surgir em São Bernardo do Campo.

 

Dia

 

 

24

(dom), às 16h no Parque Municipal Engenheiro Salvador Arena

 

Companhia de Moçambique Família Feliciano:

 

 

 

dança africana que surgiu nos sertões por meio dos primeiros escravos trazidos para o trabalho de extração do ouro. A companhia foi fundada em 1936, por iniciativa do mestre José Roberto Feliciano da Silva.

 

Grupo Sambalenço de Mauá:

 

 

 

de origem africana, a dança se originou em áreas rurais. O grupo tem mais de 50 anos, tendo participado da inauguração da Casa de Samba de Santo Amaro da Purificação, em Salvador.

 

Kyôrakuzá Harmonia Taiko:

 

 

 

grupo criado para promover a divulgação e preservação da milenar arte da Cultura Japonesa denominada taiko - Tambor Japonês. O Kyôrakuzá (cujo significado é “som alegre dos tambores”) Harmonia Taiko nasceu em julho de 2002, com a vinda do Prof. Yukihissa Oda, através de um convênio com a JICA (Japan International Cooperation Agency) para difundir esta arte nas escolas japonesas e brasileiras e nas várias associações nipo-brasileiras.

FILME: O Pavão Misterioso

 

Local:

 

 

 

Teatro Cacilda Becker 

Dias

 

Antecedendo as apresentações artísticas no Teatro Cacilda Becker, haverá a exibição do curta de animação

 

 

 

O Pavão

 

Misterioso

 

 

 

(2007. 15min. Direção: Mário Galindo; Produção: Núcleo de Animação de São Bernardo do Campo).

 

Baseado no famoso cordel

 

 

 

O Romance do Pavão Misterioso

, o filme narra a história de amor de duas pessoas que pertencem a mundos diferentes.

E MAIS: intervenções de rua com o artista Celso Ohi.

Endereços:

Serviço de Memória e Acervo (antiga Emeb Santa Terezinha)

Al. Glória, 197 – Centro. Fone: 4125 5577

Câmara de Cultura Antonino Assumpção

Rua Marechal Deodoro, 1325 – Centro. Fone 4125 0054

Teatro Cacilda Becker

Praça Samuel Sabatini – Paço Municipal. Fone: 4348 1081

Parque Municipal Engenheiro Salvador Arena

Av. Caminho do Mar, 2980 – Rudge Ramos. Fone: 4368 1246
 

 

21 (qui) e 22 (sex), às 19h30min.

 

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