BOI DE SEU TEODORO FAZ CHAMADA À COMUNIDADE PARA IDENTIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS SOBRE A HISTÓRIA DO GRUPO

Herdeiros do Mestre iniciam construção de Centro de Referência e solicitam ajuda para levantamento que contará a trajetória do Boi em Brasília

 

O Centro de Tradições Populares de Sobradinho – Bumba Meu Boi de Seu Teodoro completa 50 anos em 2013. Patrimônio cultural do DF, o Boi passa por um processo de inventário, que organizará a vasta documentação sobre o tema, a fim de salvaguardar essa importante expressão local.

O trabalho de Seu Teodoro e da comunidade do Bumba inspirou a produção de registros variados – vídeos, fotos, livros, entrevistas, trabalhos escolares e acadêmicos, objetos, etc. – que, agora reunidos, podem ser importantes para a construção da memória e do futuro desta tradição.

Portanto, solicitamos àqueles que possam prestar depoimentos sobre Seu Teodoro, o Boi e outros aspectos da história do Centro de Tradições, ou que tenham informações sobre documentos que possam ser copiados, catalogados e, que entrem em contato conosco, entre os dias 08 e 19 de abril, nos horários e endereços abaixo.

 

Centro de Tradições Populares – Bumba Meu Boi de Seu Teodoro

Quadra 15 – Área Especial no 2

Sobradinho/DF – 73.045-620

Tratar com Carlos Eduardo (Duda)

Tel. (61) 8570-0085 ou (61) 8192-9504 ou (61) 9100-3658

caefreire@gmail.com

Horário de atendimento: das 9 às 18h

 

Secretaria de Estado da Cultura (SEC-DF)

Subsecretaria de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural

SCTN – Via N2 – Anexo do Teatro Nacional Cláudio Santoro

Brasília/DF – 70.041-905

Tratar com Thaian (período da manhã) ou Gabriel (período da tarde)

Tel. (61) 3325-6157

Horário de atendimento: Das 9 às 12h e das 14 às 18h

 

Coordenação Geral do projeto

Marcelo Manzatti

Tel. (61) 9325-8037

marcelo.manzatti@terra.com.br

 

Realização: Centro de Tradições Populares, Gunga, Secretaria de Estado da Cultura e Superintendência Regional do Iphan/DF

Apoio: Famaliá Produções LTDA., Coletivo Muruá, Transe/SOL/UnB, Fato e GF Produções

 

Saiba mais:

Seu Teodoro Freire veio para Brasília em 1963 com a missão de trazer o Bumba Meu Boi, tradicional no Maranhão, para a nova capital. Teve o apoio de Edison Carneiro, Darcy Ribeiro, Ferreira Gullar, entre muitos agentes e personagens que ajudaram na construção de uma identidade para Brasília como reflexo da diversidade cultural do país. Com Seu Teodoro vieram muitos outros maranhenses que, além de participarem do desenvolvimento da cidade, assumiram o legado de salvaguardar e divulgar o Bumba Meu Boi e outras expressões tradicionais do Maranhão na nova capital.

O Bumba Meu Boi e o Tambor de Crioula, praticados no Centro de Tradições Populares, são expressões tradicionais da cultura popular reconhecidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como Patrimônio Cultural do Brasil. O Boi de Seu Teodoro também é reconhecido como Patrimônio Cultural do DF. Sua história se confunde com a própria história de Brasília. Os conhecimentos relativos à realização dessa expressão cultural têm sido transmitidos através das gerações e permanece vital como referência da cultura e da identidade da capital do Brasil.

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Roda de Conversa sobre a organização da sociedade civil frente aos desafios das políticas públicas para as Culturas Populares e Tradicionais em Santa Catarina e no Brasil

1.         A Rede das Culturas Populares e Tradicionais realiza, no próximo dia 10 de março (domingo), das 15 às 18h, na sede da Fundação Franklin Cascaes, situada à Rua Antônio Luz, 260 – Forte Santa Bárbara – Florianópolis/SC, CEP 88.010-410, Tel. (48) 3324-1415, em parceria com os representantes catarinenses no Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC), uma roda de conversa sobre a dinamização da Rede no Estado e sobre as políticas públicas para o fortalecimento das expressões culturais populares e tradicionais;

 

2.         Esta reunião faz parte do ciclo de encontros que estamos realizando por todo o país. A Rede já possui coordenações regionais no Rio Grande do Sul, São Paulo, Distrito Federal, Ceará e Pará e pretende estruturar o mesmo em Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Bahia e Goiás, estados já adiantados nesse processo, além de outros estados que queiram se engajar. Para tanto, basta entrar em contato conosco para organizarmos reuniões similares. Em paralelo, estamos trabalhando também um ciclo de discussões sobre a Lei de Mestres, atualmente em tramitação no Congresso Nacional, para o qual convocamos a todos;

 

5.         Solicitamos a todos a leitura dos documentos em anexo, que são os principais eixos norteadores da ação da Rede para que o debate possa ser mais profícuo e produtivo.

 

A Secretaria Executiva

Serviço:

Roda de Conversa sobre a organização da sociedade civil frente aos desafios das políticas públicas para as Culturas Populares e Tradicionais em Santa Catarina e no Brasil

Local: Rua Antônio Luz, 260 – Forte Santa Bárbara – Florianópolis/SC, CEP 88.010-410, Tel. (48) 3324-1415 (Fundação Franklin Cascaes)

Dia 10 de março, domingo

Horário: das 15 às 18h

Realização: Rede das Culturas Populares e Tradicionais, membros catarinenses do Conselho Nacional de Política Cultura e Fundação Franklin Cascaes

Apoio: Fórum para as Culturas Populares e Tradicionais

Entrada gratuita

 

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Roda de Conversa sobre a Lei dos Mestres

Prezados(as),

1.         O Fórum para as Culturas Populares e Tradicionais e a Rede das Culturas Populares e Tradicionais realizam, no próximo dia 16 de fevereiro (sábado), das 10 às 13h, na Funarte/SP, situada na Alameda Nothmann, 1.058, Santa Cecília, São Paulo/SP (próximo ao Metrô Santa Cecília), em parceria com os mandatos dos deputados federais Vicente Cândido (PT/SP) e Edson Santos (PT/RJ), uma roda de conversa sobre a Lei dos Mestres, que tramita atualmente no Congresso Nacional;

 

2.         Na oportunidade serão discutidos os Projetos de Lei 1.176/2011 (Lei dos Mestres) e 1.786/2011 (Lei Griô), assim como as Diretrizes para a criação de sistemas nacionais de Tesouros Humanos Vivos (UNESCO) e outras ações de patrimônio imaterial que estão sendo testadas, sobretudo a salvaguarda dos Mestres de Capoeira, bem como outros projetos de lei associados ao tema;

 

3.         A intenção é esclarecer os presentes sobre o estágio atual de tramitação dos projetos e contribuir para a mobilização em torno de uma Política Nacional de Proteção e Valorização dos Conhecimentos e Expressões das Culturas Populares e Tradicionais, que é uma das principais metas do Plano Nacional de Cultura.

 

4.         Esta será a primeira reunião de um ciclo maior de encontros que pretendemos realizar por todo o país, em permanente mobilização, até a sanção definitiva da Lei;

 

5.         Solicitamos aos associados do Fórum e aos membros da Rede a leitura dos documentos em anexo e, se possível, a realização de debates locais, municipais e, até mesmo, regionais, para o levantamento de subsídios, a fim de contribuirmos coletivamente para o texto final da Lei. Contem com a nossa ajuda para essa mobilização. As contribuições que chegarem até o dia 16, seja no formato de perguntas, seja como propostas de inclusão, modificação ou supressão de conteúdos, já serão incorporadas ao debate.

 

A Diretoria

Serviço:

Roda de Conversa sobre a Lei dos Mestres

Local: Funarte/SP – Al. Nothmann, 1.058. Santa Cecília, São Paulo/SP

Dia 16 de março, sábado

Horário: das 10 às 13h

Realização: Fórum para as Culturas Populares e Tradicionais e Rede das Culturas Populares e Tradicionais

Apoio: Mandatos dos deputados Vicente Cândido (PT/SP) e Edson Santos (PT/RJ)

Entrada gratuita

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I ENCONTRO DE MUSEUS INDÍGENAS DE PERNAMBUCO

Dias 13, 14 e 15 de dezembro de 2012

Universidade Federal de Pernambuco – Campus Recife

O I Encontro de Museus Indígenas de Pernambuco foi organizado para apresentar os resultados das atividades do Projeto de Extensão Museus Indígenas em Pernambuco, realizado entre julho e dezembro de 2012. Este projeto de Extensão Universitária da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) foi executado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE), grupo de pesquisa vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA), em parceria com o curso de Bacharelado em Museologia. As atividades foram financiadas com recursos provindos do Programa de Extensão do MEC/SESU e do Edital de Apoio para Ações Extensionistas Étnico-Raciais (ProExt/UFPE).

O evento, que possui o apoio do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), reunirá mais de trinta representantes de povos indígenas para a troca de saberes e o relato de suas experiências relativas à organização e gestão de seus museus, espaços culturais e etnoeducacionais propícios para a construção de políticas indígenas.

Desde 2003 o NEPE vem desenvolvendo, em parceria com os povos indígenas em Pernambuco, ações referentes à salvaguarda e a pesquisa sobre o patrimônio cultural, a formação de coleções etnográficas e a discussão sobre espaços culturais e museus indígenas. A partir do início de 2012, com a formação de uma equipe de pesquisadores reunindo estudantes do curso de Museologia/UFPE e representantes dos povos indígenas, foram elaborados diagnósticos dos processos museológicos em dez áreas indígenas em Pernambuco.

Inicialmente, ocorreu o III Curso Museus Indígenas e Coleções Etnográficas, nos dias 28, 29 e 30 de setembro de 2012, no Convento das Dorotéias, no Alto da Sé, em Olinda. Na oportunidade, realizou-se também o Seminário de Planejamento das Oficinas de Diagnóstico Museológico Participativo. Além de momento para formação, o evento foi destinado à apresentação do projeto junto às lideranças e representantes dos povos indígenas. Reuniu 25 indígenas dos povos Atikum, Truká, Fulni-ô, Pankará, Pankararu (Brejo dos Padres), Pankararu (Entre-Serras), Kapinawá, Pankaiwká, Pipipã e Kambiwá, integrantes da equipe técnica e representantes de instituições, como a Comissão de Professores Indígenas de Pernambuco (COPIPE), a Comissão de Juventude Indígena de Pernambuco (COJIPE), o Conselho Indigenista Missionário (CIMI/Nordeste), a Fundação Nacional do Índio (FUNAI/Nordeste I), a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (FUNDARPE), a Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco (SEDUC/PE) e o Fórum de Museus de Pernambuco.

Em outubro e novembro foram ministradas as oficinas Diagnóstico Museológico Participativo, apoiadas por um indígena de cada povo, definido pelas comunidades como responsável pela mobilização e organização das atividades nas aldeias. Além de apontar diretrizes para políticas culturais e educacionais, uma das metas do projeto é apoiar a formação de um grupo de pesquisadores indígenas na área da Museologia, incentivando a organização de uma rede de museus indígenas no estado.

No I Encontro de Museus Indígenas de Pernambuco, serão apresentados e discutidos os diagnósticos museológicos e propostas para a elaboração de políticas públicas para a memória e patrimônio cultural indígenas. Na oportunidade, será realizada a segunda reunião de representantes de museus indígenas no Brasil visando a constituição de uma rede de contatos, um dos encaminhamentos deliberados do primeiro encontro, realizado durante o V Fórum Nacional de Museus (Petrópolis/RJ), no dia 22 de novembro de 2012, que reuniu representantes do Museu Maguta/AM, Museu dos Kanindé/CE, Grupo Raízes Históricas Indígenas/RJ, Museu Indígena Jenipapo-Kanindé/CE, Museu Virtual dos Pataxó/BA e Museu dos Pitaguary/CE.

Documentos em anexo: cartaz, programação e fichas para inscrição de ouvintes e representantes indígenas.

 

I Encontro de Museus Indígenas de Pernambuco

Data: 13, 14 e 15 de dezembro de 2012;

Local: Universidade Federal de Pernambuco – Campus Recife

Participantes: representantes dos povos indígenas de Pernambuco, representantes de museus indígenas no Brasil, equipe técnica do projeto, alunos do Curso de de Museologia e Programa de Pós-Graduação em Antropologia e demais interessados;

Contatos e inscrições: museusindigenaspe@gmail.com / nepe@ufpe.br

 

Prof.Renato Athias (coordenador)

Programa de Pós-Graduação em Antropologia – UFPE

Prof.Alexandre Gomes (coordenador-técnico)

Departamento de Antropologia e Museologia – Bacharelado em Museologia – UFPE

 

Promoção e Realização:

Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade – NEPE

Programa de Pós Graduação em Antropologia – PPGA/UFPE

Departamento de Antropologia e Museologia – DAM/UFPE

Curso de Bacharelado em Museologia

Informações e inscrições:

www.museusindigenaspe.wordpress.com

Departamento de Antropologia e Museologia

NEPE/UFPE: 81 2126-8286

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FÓRUNS NACIONAIS SETORIAIS – PROGRAMAÇÃO

Dias 13, 14 e 15 de dezembro de 2012

 

DIA 13/12/12

Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, Setor Hoteleiro Sul, Quadra 06, Lote 1, Conjunto A, Brasília.

9h às 21h – Credenciamento

15h – Painel

O papel e importância do CNPC na estrutura do Sistema Nacional de Cultura Secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura: Roberto Peixe

Planos Setoriais de Cultura: Secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura – Sérgio Mamberti

16h – Debates

18h – Apresentação da programação e metodologia de trabalho dos Fóruns Nacionais Setoriais

18h30 – Lanche

19h – Abertura com a presença da Ministra da Cultura, Marta Suplicy.

21h – Jantar

 

DIA 14/12/12

Hotel St. Peter, Setor Hoteleiro Sul, Quadra 02, Bloco D – Brasília

MANHÃ: Fóruns Nacionais Setoriais

9h – Painel: Políticas Setoriais: Representante do MinC e Conselheiro da área

10h – Debates

11h30 – Processo de eleição para os Colegiados Setoriais

13h – Almoço

TARDE: Fóruns Nacionais Setoriais

14h30 – Apresentação dos Candidatos

16h às 18h – Eleição dos Representantes da sociedade civil nos Colegiados Setoriais

19h – Jantar

 

DIA 15/12/12

Hotel St. Peter, Setor Hoteleiro Sul, Quadra 02, Bloco D – Brasília

MANHÃ: Reunião dos representantes da sociedade civil eleitos para os colegiados setoriais

9h – Reuniões dos representantes titulares da sociedade civil eleitos para os Colegiados Setoriais para eleição dos respectivos representantes titulares e suplentes no plenário do CNPC.

12h – Encerramento – Almoço

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I FEIRA DA ASSOCIAÇÃO DE ARTESÃOS UNIDOS PELA FIBRA

É com muita alegria que a Associação de Artesãos Unidos Pela Fibra – AARTUF comunica a todos e todas que acontecera nos dias 14 e 15 de dezembro na Praça do Anjo no bairro do Anjo da Guarda a I FEIRA DA ASSOCIAÇÃO DE ARTESÃOS UNIDOS PELA FIBRA e convidamos a todos e todas que fazem a economia solidaria no estado do Maranhão para compartilhar deste momento conosco.

Esta Feira é fruto do resultado de um projeto apoiado pelo Instituto COOPEFORT e pela ONG Moradia e Cidadania e outros Parceiros que tem seu encerramento e apresentação dos seus resultados neste evento.

A programação esta sendo finalizada e em breve estaremos fazendo a divulgação nela esta contida uma palestra sobre a Economia Solidaria e solicitamos que algum dos representantes do FEESMA possa colaborar conosco nesta tarefa, sabemos que este período do ano muitas são as atividades mais esta palestra será na solenidade de abertura e com um tempo previsto de 01:00 hora.

Aguardamos o posicionamento para confirmação e devidas providencias nos contatos abaixo.

Isabel- (98) 8710-7834

Angélica (98) 8845 2280

Neide (98) 8748-7843

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ARTISTAS DE SÃO LUÍS REALIZAM O DIA INTERNACIONAL DO PALHAÇO

“Palhaço pão e vinho, 400 anos depois ou antes que o mundo acabe na última ceia”

Para comemorar o dia internacional do Palhaço em São Luis, o Movimento de Circo e Teatro de Rua do Maranhão – MCTR/MA, irá promover no próximo dia 10 de dezembro um ato onde pretende reunir palhaços e artistas em geral, presenças confirmadas de Gilson Cesar, Palhaça Fulustreca, Palhaça Arnica, Palhaço Alface, entre outros. Comemorado no mesmo dia da declaração universal dos direitos humanos, o dia do palhaço foi criado em 1981, de lá para cá o mundo comemora com atos, debates, passeatas e apresentações artísticas em geral. No Maranhão o MCTR/MA desde 2007 mantém uma rede virtual de artistas com a finalidade de debater sobre o circo e o teatro de rua e presencialmente promove ações de divulgação e de fortalecimento dessas linguagens artísticas em nosso estado, representando o segmento nos debates políticos da cidade. Participam do movimento grupos de teatro de rua, companhias de circo, circos de lona, artistas de rua itinerante, sendo que a participação neste movimento está aberta a quem queira somar com as ações desse coletivo, deste então foram realizadas “Virada Palhaçada”, mostras de esquetes, entre outras.

Em 2012 o MCTR/MA promoverá uma ação com o tema “Palhaço Pão e Vinho, 400 anos depois ou antes que o mundo acabe na última ceia”. O evento é livre e acontecerá em vários pontos da praia grande, culminando no canto da cultura, onde acontecerá performances, esquetes e uma grande mesa com distribuição de pão, vinho e venda narizes de palhaço. Uma divertida forma de comemorar o dia da declaração universal dos direitos humanos e dia internacional do palhaço.

DIA INTERNACIONAL DO PALHAÇO

Na aurora de dezembro, quando as luzes de preparam para o noel, salta antes dele, feito uma rena desgarrada de sua rédea, no rodopiar maluco de um deus embriagado, a figura bufonesca, boba, atrapalhada do palhaço, que de louco tem sorte de arrancar o riso de rostos iluminados.

Comemorar o dia do palhaço é mais que um projeto, é um compromisso com a fundamental arte do riso, elemento essencial na harmonia da comunidade.

No dia 10 de dezembro, junta-se numa só jornada, em meio a toda diversidade, ele, o dono da festa, o responsável pela alegria, pela descontração da plateia, para dividir com todo o seu dia, é ele o palhaço da festa, o homenageado. São milhares de anos carregando a responsabilidade de dizer brincantes verdades ou verdades brincantes, para não ferir nem tolher os brios e sempre apimentado o doce sabor de verdades.

A todos os palhaços, verdadeiros herdeiros do nada que é tudo, a nossa mais feliz homenagem.

MCTR/MA

Quando: 10 de dezembro de 2012

Onde: Praia Grande (Canto da Cultura) às 16h

Concentração: Às 14h – Cia. Pés de Fulô – Centro Histórico

Informações e contato:

movimentocircoeteatroderuanomaranhao.blogspot.com.br

98 8834.6049

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NATAL, PRESÉPIOS E FOLIAS

EVENTO: A ser realizado no domingo, dia 16 de Dezembro de 2012, a partir das 11:00 Horas, na Quinta da Boa Vista, cidade do Rio de Janeiro. Serão montados cinco Presépios para exposição ao público, cujos locais escolhidos receberão visita de grupos de Folias de Reis da área metropolitana da cidade para seus rituais de apresentação. Ao final, as Folias se dirigirão em cortejo para o Portão da Quinta da Boa Vista, onde se encontram e confraternizam, encerrando suas participações.

PROMOÇÃO /APOIO: Museu Nacional de Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Vila Olímpica da Mangueira e Folia de Reis Sagrada Família da Mangueira.

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Associação Reviva lança o livro “A mulher no maracatu rural”

06.12.2012 – 19h12

Lançamento é nesta quinta-feira (6/12), às 19h, na Livraria Cultura

“A mulher no maracatu rural”, da historiadora Tamar Thalez, é o título do quarto volume da coleção Maracatus e Maracatuzeiros, que será lançado nesta quinta-feira (6/12), pela Editora Associação Reviva. O lançamento acontece às 19h, na Livraria Cultura. A publicação conta com incentivo do Funcultura.

A coleção tem como objeto o maracatu rural, ou maracatu de baque solto, e procura tratar dos múltiplos aspectos que envolvem este folguedo na Zona da Mata de Pernambuco. Já foram publicados, sob o selo da coleção, os livros “Maracatu Rural – O espetáculo como espaço social”, de Ana Valéria Vicente; “João, Manoel, Maciel Salustiano: Três gerações de artistas populares, recriando os folguedos de Pernambuco”, de Mariana Cunha Mesquita do Nascimento; e “Festa de Caboclo”, de Severino Vicente.

O quarto volume, “A mulher no maracatu rural”, aborda a história e o cotidiano das mulheres dedicadas ao maracatu de baque solto na Mata Norte pernambucana. As narrativas de vida de Maria Josefa Souza, Marinalva Isabel de Freitas, Maria José de Almeida, Adriana Maria de Almeida e Célia, Maria Josefa de França (Deda), Cleonice Lourenço da Silva (Dinha), Marcicleide Francisca de Lima (Cleide), Severina Batista (Bia) e Maria José Marques dos Santos se entrelaçam à história e ao saber do maracatu rural e trazem à tona o protagonismo das mulheres na vida política, cultural, social e econômica da região.

“Este livro tem como objetivo principal mostrar um pouco das lutas femininas, dos seus anseios, desejos e o interesse em manter viva a cultura do Maracatu Rural. Neste caso, o Maracatu Rural acaba sendo um importante veículo de comunicação, lazer, trabalho e resistência social”, afirma Tamar Thalez, autora da obra.

O livro é resultado da especialização de Tamar em História do Século XX, realizada na Universidade Federal de Pernambuco. Para levar a pesquisa a cabo, Tamar entrevistou 13 personagens, dos quais apenas dois eram homens, Ederlan Fabio e Mestre Zé Duda, atores importantes envolvidos na construção do Maracatu Coração Nazareno. Todas as outras entrevistas foram realizadas com as mulheres que fazem parte do Maracatu Coração Nazareno, do Maracatu Estrela de Ouro de Aliança e da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam).

Calcadas na tradição oral, as senhoras contam suas vivências dentro do maracatu rural, revelando também o percurso de lutas e transformações da Mata Norte. Tamar conta que fez, primeiramente, um comparativo entre o tradicional maracatu Estrela de Ouro de Aliança, composto de homens e mulheres, com atuação masculina ainda forte; e o Coração Nazareno, única referência de maracatu feminino. “Observar estas diversas mulheres foi o ponto importante do trabalho, foi verificar na prática como elas se percebem enquanto maracatuzeiras, mães, esposas, trabalhadoras, mulheres”, descreve a historiadora.

No processo de entrevista, uma das mulheres que mais surpreendeu a historiadora foi Maria José Marques dos Santos, a primeira mulher a atuar como cabocla de lança na história do maracatu rural. Tamar conta um pouco a história de Dona Maria José: “Ela disse que o seu maior sonho era sair de caboclo de lança. Conseguiu carregar a arrumação que pesa 30kg sem reclamar e, quando chegou em casa de manhã, ainda foi lavar roupas, cuidar do marido e dos filhos. Hoje, esta mulher fundou um maracatu chamado Leão da Mata, usando as suas economias com o apoio da família, e o seu maracatu no ano de estreia, em 2012, foi campeão”, destaca a autora.

“A mulher no maracatu rural” será vendido, na Livraria Cultura, ao preço de R$ 20.

Na noite desta quinta-feira (6/12), a Associação Reviva também relança o terceiro livro da coleção Maracatus e Maracatuzeiros, “Festa de Caboclo”, com edição atualizada pelo autor Severino Vicente e prefácio inédito.

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Ameaça de demolição do Terreiro Ilê Axé Temin Jemin Olorùn em Salvado/BA

A CHESF vem ameaçando demolir o Terreiro Ilê Axé Temin Jemin Olorùn, dirigido por Pai Nilson; assim estaremos mobilizados no local nesta segunda-feira, 10/12/12, em apoio aos nossos Irmãos que estão desesperados com a possibilidade real de ver todo patrimônio religioso jogado ao chão por um Órgão Governamental que se quer reconhece o espaço como Templo Sagrado do Candomblé. Compareçam, vamos todos impetrar esforços para garantir a integridade do Terreiro e impedir que mais uma vez sejamos desrespeitados pelo poder público constituído.

 

O quê: Mobilização para impedir a demolição do Ilê Axé Temin Jemin Olorùn,

Local: 3ª Travessa Sr. do Bonfim, 01, Sramandaia, Pernambués (Salvador/BA),

Horário: 10 horas,

Dia: 10/12/12, Segunda-Feira,

Contato de Pai Nilson 3460-6484 / 8713-7444.

 

Axé / Nguunzu,

Leonel Monteiro

Presidente

Associação Brasileira de Preservação da Cultura Afro Ameríndia – AFA

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